FECHAMENTO: Tudo azul novamente

Os investidores dos mercados acionários globais voltaram com força para as compras nesta quarta-feira. A disposição se deu com as informações de autoridades da área de saúde da China destacando que o COVID-19, nova denominação para o coronavírus, está sob controle. Já alguns analistas internacionais ainda duvidam e acham que é muito cedo para tais declarações.

Enquanto isso, o mundo segue e os mercados financeiros descolaram. Em plena temporada de resultados financeiros, os bancos centrais seguem destacando medidas para manter a economia global aquecida.

Hoje, as bolsas asiáticas fecharam com ganhos e na sequência ficaram as da Europa.

Nos Estados Unidos, os pesos pesados de Wall Street renovaram os recordes. Além das informações sobre o vírus da China, os investidores digeriram as declarações do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, ao Senado. A corrida para ocupar a Casa Branca também ficou no destaque.

Por aqui, os investidores também foram às compras. O dia foi movimentado na bolsa de valores de São Paulo com o vencimento de opções sobre o Ibovespa, que chegou a R$ 21.962.286.000,00, com 195.436 contratos negociados. Do volume de operações exercidas, R$ 18.893.152.000,00 são de opções de compra e R$ 3.069.134.000,00 opções de venda. O montante do dia foi de R$76,60 bilhões.

Brasília também ficou no radar, com a possibilidade da dança das cadeiras continuar nos ministérios do presidente Jair Bolsonaro.

Finalmente, o dólar incomodou o real e na bolsa de Nova York o índice DXY disparou.

Sobre os mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng da bolsa de Hong Kong ficou em alta de 0,87% a 27.823 e o índice Shenzhen Composite ficou em alta de 1,55% a 1.758. O índice Xangai ficou em alta de 0,87% a 2.926. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em alta de 1,51% a 3.223. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,74% aos 23.861. O índice S&PASX 200, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,47% a 7.088. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 0,69% a 2.238. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 0,85% aos 41.565. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 0,94% aos 11.774.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 0,63% aos 431.16 em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em alta de 0,47% aos 7.534; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em alta de 0,89% a 13.749; o CAC 40 (Paris) subiu 0,83% a 6.104; o FTSE-MIB (Milão) subiu 0,70% aos 24.861; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 0,58% a 9.940; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 0,46% a 5.314.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em alta de 0,94% aos 29.5516 pontos. O S&P ficou em alta de 0,65% aos 3.379 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 0,90% aos 9.725 pontos.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou em alta de 1,13% aos 116.674 pontos. O giro financeiro ficou em R$74,60 bilhões, a maior movimentação do ano.

Operaram com ganhos
P. Açúcar- CBD PN, alta de 5,59%; Klabin UNT, alta de 4,52%; TOTVS ON, alta de 4,24%; Cogna ON, alta de 4,04%; e TIM Part. ON, alta de 4,05%.

Operaram com perdas
CVC Brasil ON, queda de 2,49%; IRBBrasil ON, queda de 2,74%; Bradesco ON, queda de 1,44%; e Marfrig ON, queda de 1,19%.

Mais negociadas
Petrobras ON, alta de 1,69%; Petrobras PN, alta de 2,20%; Vale ON, alta de 1,96%; Bradesco PN, alta de 0,88%; e ItauUnibanco PN, queda de 0,40%.

Carteira Teórica

Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 06 de janeiro de 2020 a 30 de abril de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Itauunibanco PN (8,573%), Vale ON (8,189%), Bradesco PN (6,985%), Petrobras PN (6,617%), e B3 ON (4,312%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em alta de 2,82% a US$56,15 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em alta de 3,22% aos US$51,56 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em alta de 0,86% aos US$87,68 a tonelada seca e com 62% de pureza.

No Brasil, ao final, no interbancário, a divisa ficou em alta de 0,55% aos R$4,350 para a venda. O dólar turismo ficou em alta de 0,66% aos R$4,530 para a venda.

O euro ficou estável aos R$4,732 para a venda. A libra ficou em alta de 0,49% a R$5,640 para a venda. O peso argentino recuou 0,2% a R$0,071 para a venda.

Fluxo Cambial

O Banco Central do Brasil mostrou nesta quarta-feira (12) que o fluxo cambial para a semana encerrada em 07 de fevereiro ficou positivo em US$3,698 bilhões.

A conta financeira apresentou entradas líquidas de US$ 2,298 bilhões, com aportes de US$14,645 bilhões e retiradas de US$12,347 bilhões.

Na conta comercial, o resultado é positivo em US$1,400 bilhão, com importações em US$2,212 bilhões e exportações de US$3,612 bilhões. Nas exportações estão incluídos US$488 milhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio, US$1,331 bilhão em Pagamento Antecipado e US$1,793 bilhão em outras entradas.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em alta de 0,28% a 99,00, um dos maiores patamares do ano.

O euro fechou em queda de 0,64% a US$ 1,0872. A libra ficou em alta de 0,58% a US$1.2955.

O ouro caiu 0,06% a US$1,569,10 a onça.

O Bitcoin ficou em alta de 1,26% a US$10,333,39.

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