Mínima Histórica da SELIC

Mínima Histórica da SELIC

Corte na SELIC

Por unanimidade o COPOM (Comitê de Política Monetária) decidiu realizar mais um corte de 0.25p.p na SELIC.

Assim a taxa básica de juros da economia agora se encontra em sua mínima histórica em 4.25%a.a

Em sua 228ª reunião o comitê seguiu a política monetária que vêm sendo característica do governo de redução da taxa de juros como forma de incentivo à economia.

A redução veio acompanhada de uma série de comentários sobre a situação econômica do país.

Segundo o comitê os últimos índices econômicos apontam a contínua retomada do crescimento da economia brasileira.

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Banco central

Cenário Global

Contudo, apesar do recente cenário de incerteza na economia global ,devido as oscilações causadas pelo Corona Vírus, o COPOM alega que:

O caráter acomodatício da política monetária nas principais economias ainda tem sido capaz de produzir ambiente relativamente favorável para economias emergentes

228º Reunião do COPOM

Assim a previsão de estabilidade do mercado global traz uma certa segurança para o comitê na hora de planejar seus movimentos.

A retomada da economia global também funciona como incentivo para o COPOM seguir com sua política de incentivo ao crescimento da economia brasileira.

O Futuro da SELIC

Na reunião o COPOM estimou que essa seja a última queda do ciclo de cortes na SELIC.

Portanto chegamos em uma oportunidade única para investidores e um péssimo momento para os rentistas.

A previsão é que fique estável em 4.25%a.a, chegando até 6.0%a.a em 2021.

O Comitê reitera que as reformas e ajustes da economia brasileira tem avançado, mas enfatiza que é necessário manter essas mudanças em progresso.

E a renda fixa?

Pois é, a queda da SELIC acaba sendo o prego no caixão do investidor rentista que mantinha títulos pré-fixados com o governo.

Como os rendimentos dos títulos acompanham de perto a taxa SELIC este ciclo de quedas como um todo trouxe uma desvalorização desse tipo de investimento.

Assim, com 4.25% de SELIC o investimento em tesouro SELIC, por exemplo, basicamente perde para a inflação real.

É o momento do investidor imobiliário

A taxa SELIC está diretamente ligada as taxas de juros exercidas pelos bancos.

Portanto com a SELIC baixa a tendência é de redução dos juros dos empréstimos.

Assim a redução dos juros significa mais capital disponível para investidores imobiliários e mais possíveis compradores no mercado.

Quer saber mais sobre investimentos?

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Como gerar valor no mercado imobiliário

Como gerar valor no mercado imobiliário

Gerar valor no mercado imobiliário é um assunto que foi muito debatido e que se modificou muito nos últimos anos.

Por meio do avanço da internet, o mercado imobiliário também precisou evoluir em alguns quesitos.

Hoje, o cliente chega mais pronto para acertar a compra do imóvel.

Isto é, ele já buscou saber sobre o que vai comprar.

Por isso, você deve focar em realizar a venda.

Dessa forma, buscamos algumas alternativas para estar à frente nos negócios e não perder a mão para negociar com estes novos compradores.

Indo atrás das tendências do mercado e solucionando os problemas que surgem nos investimentos.

Não estamos discutindo o preço em si dos imóveis e a barganha habitual por parte do cliente.

Aqui, a discussão é a busca pelos fatores que fazem ou não os novos clientes adquirirem imóveis.

Algumas questões nunca mudam, como o valor que está buscando pagar e o investimento que está disposto a fazer em curto, médio e longo prazo.

Como investir no Mercado Imobiliário?

O investimento no mercado imobiliário é considerado de risco baixo/moderado

Em razão da alta demanda do setor, o mercado tende a crescer na área cada dia mais.

É perfeitamente comum encontrar investidores dispostos no mercado imobiliário.

Seja para construir, vender ou alugar, cada vez mais o setor cresce de valor no mercado.

Se vamos falar da população em geral, estamos falando de pessoas que visam construir ou comprar a própria moradia, por isso a demanda cresce de uma forma rápida.

O setor não para e o mercado continua girando.

Para investir neste setor é preciso ter cautela, já que estamos falando de uma concorrência muito alta.

Os serviços disponibilizados precisam ser analisador na hora de realizar o investimento imobiliário.

Sempre com muita cautela e com olhar atento aos fatores de risco.

E, claro, se você ainda não for um investido assíduo, esteja muito atento e pesquise sobre todos os fatores importantes, como Taxa Selic e CDB.

Quero gerar valor no meu imóvel

A qualidade do produto sempre atrai mais clientes, essa é uma lei do comércio. Sendo assim, fique na vanguarda.

Primeiramente, fatores categóricos e importantes para manter seu imóvel em dia como as contas pagas, IPTU regularizado e documentação em dia são essenciais para a manutenção do mesmo.

Além disso, não deixe de realizar as reformas necessárias para mantê-lo em ordem caso algum comprador apareça.

Atributos básicos, como boa iluminação e bom ajuste da parte elétrica, podem fazer uma grande diferença na hora de negociá-lo.

As oportunidades não batem à sua porta, é preciso correr atrás: busque métodos de divulgação atualizados e não deixe fazer uma boa propaganda de seu produto.

Quais as tendências para 2020?

Recentemente, tem se apresentado uma certa evolução no mercado.

O ano que passou demonstrou uma evolução comparado aos anos passados.

Assim, a tendência é que a venda de imóveis aumente e, a valorização dos investimentos imobiliários permaneça no topo.

Ademais, a segurança para investir na área mostra um aumento significativo quanto aos outros anos.

Um certo otimismo quanto às vendas está se mostrando em alta, principalmente no mercado on-line, que cada vez se alavanca mais no setor.

Como começar a investir em Imóveis

Como começar a investir em Imóveis

Começar a investir nem sempre é uma tarefa fácil.

Mas, em tempos de incerteza quanto ao regime de aposentadoria que será implantado no Brasil, por conta das reformas propostas na Previdência, é importante que as pessoas pensem em alternativas para o futuro.

Uma delas pode ser o investimento em imóveis como alcançar uma aposentadoria mais segura e estável.

E para quem pensa em apostar neste formato de investimento, é importante considerar diversos detalhes na hora de começar a realizar a ação.

Começar a investir

Primeiramente, é necessário entender que os imóveis não são baratos.

Por isso, guardar um valor inicial para gastar faz parte do projeto, visando aos lucros futuros.

Mas, mesmo assim, esse custo pode ser diminuído, com um consórcio, por exemplo.

O primeiro passo importante é definir qual será o tipo de imóvel a ser adquirido.

Pensando nos objetivos como investidor, é necessário pensar na melhor opção: um imóvel na planta, um terreno ou uma casa já construída?

O investimento em um terreno, por parte de interessados em valorizar o imóvel a longo prazo, gerando uma receita futura, para o período de aposentadoria, é uma boa opção, já que o preço de compra costuma ser mais baixo.

O mercado e a localização

Outro detalhe importante a ser considerado é buscar o conhecimento sobre os movimentos da cidade em que será feita a compra do imóvel.

Quais bairros tendem a ter uma valorização?

Quais estão em expansão e geram interesse de potenciais moradores?

Tudo isso deve ser estudado antes de se fazer a escolha.

Mais um aspecto fundamental: pense com racionalidade. O mercado imobiliário é uma boa opção para 2020.

O PIB brasileiro, relacionado à construção civil, cresceu no terceiro trimestre de 2019 (1,3%) e, desta forma, o cenário é positivo para o setor pensando no ano que se iniciou há pouco tempo.

Além disso, o ano passado mostrou um crescimento considerável de lançamentos, em relação a 2018, tanto em imóveis de alto padrão, quanto nos mais baratos.

Com essa oportunidade em mãos, o planejamento precisa ser bem feito por parte do investidor.

Comprar qualquer propriedade na base do impulso, sem analisar corretamente quais as chances de revenda ou aluguel, em uma região que não demonstre potencial de crescimento tão grande, é um tiro no pé.

Assim, o plano a ser criado precisa compreender possibilidades de valorização e de repasse do imóvel.

Dessa forma, será possível que o investimento renda muitos lucros futuros.

Esses são alguns dos passos para começar a investir.

Pensar com racionalidade é o principal.

Um bom planejamento levará à escolha do tipo certo de imóvel, na região mais propícia ao crescimento.

Quanto à questão financeira, se necessário procure a ajuda de um especialista, que saberá a melhor forma e o melhor momento de investir em um imóvel, pensando não só em uma moradia, mas também como forma de lucro no futuro.

Com as dúvidas geradas pelas mudanças na Previdência, é fundamental se precaver e criar mecanismos de seguir ganhando boas quantias com o passar dos anos.

Confira os melhores fundos de ações e multimercados do ano de 2019

Confira os melhores fundos de ações e multimercados do ano de 2019

Levantamento revela que 86% dos fundos de ações tiveram desempenho melhor que o Ibovespa em um ano; entre multimercados, 82% superam CDI

SÃO PAULO – Após quatro meses no azul, a Bolsa brasileira adentrou 2020 dando um pequeno susto nos investidores, diante de eventos internacionais que deixaram o mundo em alerta. Não bastassem as preocupações com a disputa entre Estados Unidos e Irã logo na abertura do ano, o surto de coronavírus elevou o nível de incerteza nos mercados, com efeito sobre as perspectivas de crescimento mundial.

Na dúvida e em meio à dificuldade de mensuração dos efeitos dos eventos, investidores reduzem a exposição a risco, isto é, correm para ativos tidos como mais seguros, como dólar, ouro e títulos americanos.

No Brasil, o estrago foi até pequeno. O Ibovespa caiu 1,63%, para 113.760 pontos, enquanto o dólar se apreciou em 5,92% em relação à moeda brasileira. Em 12 meses, o principal índice da Bolsa brasileira segue com alta, de 16,80%, enquanto a divisa americana acumula valorização de 16,91%.

Na renda fixa, o CDI, referencial das aplicações mais conservadoras, teve variação de 0,38% no mês de abertura do ano e acumula uma taxa de 5,79% em 12 meses.

E como os fundos estão se comportando neste ambiente?

Levantamento elaborado pela XP com base em dados da Economatica mostra que um total de 126 de 141 fundos de ações (ou 89%) teve desempenho melhor que o Ibovespa em janeiro. No acumulado dos últimos 12 meses, 122 fundos entregaram retornos aos cotistas acima do índice.

Na categoria de multimercados, no mês, 107 de 191 fundos (56%) tiveram valorização acima do CDI e 180 superaram o Ibovespa. Em 12 meses, 156 fundos tiveram variação acima do CDI, mas apenas 31 superam o desempenho do principal índice da Bolsa.

Para a análise, foram considerados fundos não exclusivos com a média do patrimônio líquido em 12 meses superior a R$ 100 milhões e mais de 99 cotistas, no fim de janeiro. No caso dos fundos de ações, foram excluídos os setoriais e monoações e, dentre os multimercados, não foram considerados fundos de crédito privado. Fundos espelho também foram eliminados do estudo.

Confira a seguir os dez melhores fundos de ações em 12 meses até janeiro, observando ainda seu desempenho no mês e a variação acumulada em até 36 meses. Retorno passado não é garantia de rentabilidade futura, mas é interessante analisar o desempenho histórico dos fundos para observar sua consistência.

O fundo Mauá Capital Ações está entre os destaques deste levantamento, com valorização da ordem de 46% em 12 meses. Em janeiro, o fundo também teve um forte desempenho, com ganhos de 6%.

As ações da primeira tiveram a seu favor o anúncio de aquisição do Grupo Clinipam, em novembro, por R$ 2,6 bilhões e a captação de R$ 3,7 bilhões em nova oferta pública de ações, no mês seguinte.

A Magazine Luiza também realizou uma oferta de ações, no valor de R$ 4,7 bilhões, e Ometto ainda ressalta que as vendas na Black Friday contribuíram igualmente para a empresa.

Confira As 10 ações que vão pagar mais em dividendos do que a Selic

Confira As 10 ações que vão pagar mais em dividendos do que a Selic

Com a renda fixa mal conseguindo superar a inflação, momento é de investir em empresas que distribuem seus lucros regularmente

SÃO PAULO – Uma opção para os investidores que querem (ou precisam) diversificar suas aplicações em busca de retornos maiores são as ações que pagam dividendos elevados.

Com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que na última quarta-feira (5) cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, para 4,25% ao ano, a rentabilidade da renda fixa se tornou ainda menor do que já era.

Um Tesouro Selic não entregará mais do que 4,25% ao investidor, menos do que a inflação de 2019, que fechou em 4,31% e um rendimento apenas 0,15 ponto percentual acima da inflação esperada para 2020 de acordo com as projeções do Relatório Focus do Banco Central.

Assim, quem quiser uma rentabilidade maior vai precisar alocar seu dinheiro em investimentos de renda variável. Felizmente, hoje há diversas ações que entregarão em dividendos um rendimento maior do que a taxa Selic.

Vale lembrar, contudo, que ações são mais arriscadas que a renda fixa e a flutuação do preço de alguns ativos pode acabar fazendo o investidor incorrer em perdas apesar dos dividendos distribuídos ao longo do ano.

A equipe de análise da XP listou dez ações com esse perfil de entregar aos acionistas um retorno via dividendos superior à taxa básica de juros. Elas têm estimativa de um dividend yield (divisão do valor esperado em dividendos pelo preço das ações) acima da Selic nos próximos dois anos, e são indicadas em razão das boas perspectivas para seus negócios.

ISA – CTEEP (TRPL4)

• Dividend yield de 8% para 2020-21

A antiga Transmissão Paulista se beneficia do seu setor, o de transmissão de energia elétrica, que se baseia em receitas fixas corrigidas pela inflação e margens elevadas, destaca a XP Investimentos. “Além disso, a CTEEP recebe elevados fluxos de caixa como indenizações relacionadas a ativos não amortizados existentes até maio de 2000”, apontam os analistas. A recomendação para as ações é neutra.

Desde 2018, a Transmissão Paulista distribui, no mínimo, em torno de 75% do lucro aos seus acionistas. Como a empresa tem poucas dívidas, o pagamento de dividendos extraordinários pode levar o dividend yield a patamares superiores aos 8% estimados na tabela acima.

Taesa (TAEE11)

• Dividend yield de 7,4% para 2020-21

No mesmo setor da CTEEP, e também com recomendação neutra, a Taesa alia dividendos à busca continua por crescimento, seja pela participação em leilões de novas linhas, seja pela aquisição de projetos de outras empresas.

AES Tietê (TIET11)

• Dividend yield de 8,3% para 2020-21

Recebendo recomendação de compra da XP, a AES também está no setor de energia elétrica, mas em geração. As margens aqui também são elevadas e a previsibilidade conta como outro ponto positivo, pois boa parte da receita já é contratada antecipadamente.

Segundo a equipe da XP, a AES apresenta lucros consistentes apesar da volatilidade provocada em alguns anos pelo grau na incidência de chuvas nos reservatórios. Todo o lucro da companhia costuma ser distribuído aos acionistas.

Cyrela (CYRE3)

• Dividend yield de 7,1% para 2020-21

Fora das elétricas, a construtora de alto padrão Cyrela traz boas perspectivas por conta da sua geração de caixa, que se soma ao redimensionamento do balanço, com diminuição do patrimônio líquido, para trazer expectativas de boas distribuições de dividendos este ano. A recomendação da XP é de compra para as ações da companhia.

Engie (EGIE3)

• Dividend yield de 7,2% para 2020-21

Voltando às geradoras de energia elétrica, o trunfo da Engie é sua capacidade de se proteger da baixa incidência de chuvas. Além disso, a companhia expandiu suas operações para outros segmentos, atuando também na transmissão de energia e no transporte de gás. A recomendação da XP para os papéis é neutra.

Sanepar (SAPR11)

• Dividend yield de 6,6% entre 2020-22

No setor de saneamento básico, a Sanepar conta com recomendação de compra da XP e tem uma política de distribuição de dividendos atrativa, oferecendo 25% do seu lucro aos acionistas, além de 25% adicionais quando a situação financeira permite (o que acontece desde 2012). Os acionistas da Sanepar também devem acompanhar de perto a tramitação no Senado do novo Marco do Saneamento, que foi aprovado no fim do ano passado na Câmara dos Deputados.

Itaú Unibanco (ITUB4)

• Dividend yield de 5,7% para 2020

O melhor pagador de dividendos do setor financeiro é o Itaú, que tem recomendação neutra na XP, mas altos lucros e resiliência a problemas econômicos no Brasil. O dividend yield esperado está perto de 5,7% para 2020.

Banco do Brasil (BRAS3)

• Dividend yield de 5,5% para 2020

Com recomendação de compra da XP, o BB é uma estatal com um fluxo de dividendos interessante, até porque tendo o governo como acionista a distribuição de lucros aos cofres do Tesouro se torna relevante. Segundo os analistas, o banco está bem posicionado para manter uma recorrência no pagamento de proventos.

Gerdau (GGBR4)

• Dividend yield de 4,8% para 2020

Entre as siderúrgicas, a XP defende o case de Gerdau pela exposição geográfica diversificada da empresa, que tem grandes operações nos Estados Unidos. Isso se torna uma vantagem competitiva, já que permite à companhia garantir alguma consistência em seus resultados. A recomendação da XP é de compra. O pagamento mínimo de dividendos da Gerdau é de 30% do lucro.

Copasa (CSMG3)

• Dividend yield de 9,9% nos próximos anos

A última empresa da lista atua no setor de saneamento básico e tem uma política de dividendos que prevê uma distribuição de no mínimo 25% e no máximo 50% do lucro. “Com base em nossas estimativas, acreditamos que a Copasa deveria cumprir tais condições sem dificuldades, o que nos leva a estimar um potencial dividend yield extraordinário de até 9,9% para os próximos anos (não incorporado em nossas estimativas)”, argumenta a equipe de análise. A XP tem recomendação neutra para a Copasa.

Carteira gráfica da XP troca duas ações nesta semana! Fique por dentro

Carteira gráfica da XP troca duas ações nesta semana! Fique por dentro

Substituição vem após forte baixa da carteira, que foi na direção contrária à do Ibovespa na semana

SÃO PAULO – A XP Investimentos divulgou nesta segunda-feira (10) a “Top Picks”, sua carteira semanal de análise gráfica, para o período de 7 a 14 de fevereiro, e a opção foi por trocar dois dos papéis do portfolio.

Saíram as ações de Minerva (BEEF3) e CCR (CCRO3), que perderam suportes importantes, e entraram São Martinho (SMTO3) e Suzano (SUZB3).

De acordo com Gilberto Coelho, o Giba, analista responsável pela carteira, a ação da São Martinho está acima da média móvel de 21 dias, projetando altas até os patamares de R$ 29,00 ou R$ 33,00. Os suportes do papel estão localizados nos níveis de R$ 24,84 e R$ 23,52, tornando-se bons pontos para o investidor colocar “stop loss“.

Já a ação da Suzano teria atingido boas regiões de suportes entre R$ 37,90 e R$ 35,88, favorecendo a busca de níveis de preços em R$ 42,00 ou R$ 45,30.

O analista desde o fim de dezembro passou a calcular a rentabilidade da carteira entrando nas ações no leilão das sextas-feiras, em vez de fazê-lo às segundas.

Divulgada semanalmente, a carteira Top Picks XP é composta por cinco ativos, tendo cada um peso de 20%. A seleção busca retorno a curto prazo, alinhando fluxo e movimentação das ações ao cenário político e macroeconômico.

O objetivo é de que a média do retorno dos ativos supere o Ibovespa ao fim da semana.

Desempenho

Na semana, a carteira Top Picks caiu 0,76%, ante uma alta de 0,86% do Ibovespa.

As ações da CCR tiveram as maiores perdas do portfolio, caindo 3,29%, enquanto Minerva caiu 2,93%. As outras ações da carteira registraram ganhos na semana. Itaú subiu 2,26%, Hapvida teve leves ganhos de 0,13% e Cogna valorizou em 0,52%.

Como Declarar Ações no Imposto de Renda e Dúvidas IR 2020

Como Declarar Ações no Imposto de Renda e Dúvidas IR 2020

Saber como declarar ações no Imposto de Renda 2020 é importante para todos os investidores que possuem esses ativos na carteira ou que os tiveram durante o ano de referência 2018/2019.

Ou seja, precisa acertar as contas com o Leão todo aquele que negocia ações, ainda que não se enquadre em outra regra que torne a declaração obrigatória.

Esse é um compromisso para não cair na malha fina ou ser multado pelo Fisco.

Hoje, com a informatização de sistemas, a Receita Federal consegue fiscalizar com muita facilidade as suas informações financeiras.

Então, deixar de declarar ações no IR 2020 é um erro que pode trazer problemas no futuro.

É preciso ter responsabilidade neste momento e buscar conhecimento para agir certo e declarar suas negociações de renda variável.

Se esta é a sua primeira vez ou não tem muita prática, é comum ter dúvidas sobre como informar os dados, porque o sistema é bastante detalhado.

Para ajudá-lo, preparamos um guia completo para você entender bem como funciona a declaração de ações no Imposto de Renda 2020 e ficar em dia com o Fisco.

Você vai conferir:

  • Como Declarar Ações no IR 2020 Em 6 Passos
  • Imposto de Renda Sobre Compra e Venda de Ações
  • 5 Dúvidas Sobre Como Declarar Investimentos no Imposto de Renda 2020
  • Como Calcular o Imposto de Renda sobre Ações
  • Como Funciona o Imposto de Renda em 2020 Sobre Day Trade de Ações
  • Como Declarar Prejuízo com Ações no Imposto de Renda 2020.

Chegou a hora de aprender como declarar ações no IR 2020.

Para isso, montamos um passo a passo com todos os detalhes. Assim, você terá mais facilidade e segurança para prestar contas ao Leão.

Acompanhe:

1. Levantamento dos dados e informações

O primeiro passo para declarar ações no IR 2020 é juntar todas as informações pertinentes às movimentações que você fez na bolsa de valores entre 31/12/2018 até 31/12/2019. 

Se você costuma fazer diversas operações em renda variável, o ideal é montar uma planilha. Assim, fica mais fácil fazer a apuração dos lucros.

Isso mesmo: você que deve controlar suas compras, vendas, lucros e prejuízos, além de entradas de dividendos e outros proventos.

Para isso, separe por ação e o tipo de venda (comum ou Day Trade).

Tenha em mãos as notas de corretagem e as DARFs. Caso não as possua, peça à sua corretora.

Se você é cliente Rico, basta clicar nesta seção do menu lateral para acessar as suas notas.

Para a DARF, é só consultar o site da Receita Federal.

Solicite também o seu Informe de Rendimentos à corretora.

Nesse documento, você encontra as informações referentes à sua posição acionária, valores recebidos em proventos e dados sobre outros investimentos.

2. Apuração dos lucros

Depois de levantar todas as informações necessárias, você precisa fazer a apuração dos lucros. A tributação é calculada a partir do preço médio de compra e venda das ações.

Por isso, a importância de fazer a planilha. Esse valor médio é a cotação de compra com o desconto da corretagem e dos emolumentos. O de venda é o mesmo princípio.

Vamos ver um exemplo?

Supondo que você comprou 1.000 ações ABCD4 por R$ 20,00 e os custos com a corretagem mais emolumentos somam R$ 150,00. Então, o valor médio será de R$ 20,15.

Depois, você as vendeu a R$ 25,00, com despesas de R$ 15,00.

Assim, basta multiplicar o total bruto, descontar os R$ 15,00 e dividir pelos 1.000 papéis.

Nesse caso, o preço médio de venda será R$ 24.985,00. 

O lucro da operação será de R$ 4.985,00 e o imposto retido da fonte, para uma venda comum, será de R$ 1,25.

Para verificar, é só multiplicar 25*0,00005*1000 = 1,25. Já o tributo a ser declarado é de R$ 747,75. 

Como você pode ver, esta etapa é bastante detalhada e deve ser feita para cada ação que você operou no ano de referência do IR 2020.

Lembre que qualquer erro de digitação ou falta de informação pode comprometer toda a sua declaração.

3. Baixar o programa do Imposto de Renda 2020

A próxima etapa é a mais simples, que é baixar o software do IR 2020. Quando disponível, você o encontrará neste link para download.

Tenha o cuidado de clicar na opção 2020 e escolher Download do Programa.

Depois de concluído, você está pronto para começar a usar.

4. Preencher os dados das operações isentas

Aberto o programa, vamos dar início ao preenchimento das informações.

Para declarar ações no IR 2020, você pode começar pela parte mais simples, que são as movimentações isentas de Imposto de Renda.

5. Informar as operações sujeitas à tributação

Aqui, entra a maior parte das negociações.

Vamos começar pela mais simples, que é a declaração dos Juros sobre Capital Próprio (JCP).

Siga estes passos:

  1. Entre no campo “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva”
  2. Escolha a opção “10. Juros sobre capital próprio”
  3. Informe o titular, o CNPJ da fonte pagadora e o valor recebido
  4. Faça isso para todas as ações, das quais, você recebeu JCP
  5. Por fim, clique em OK.

Agora, vamos declarar as vendas que superaram R$ 20 mil e as operações de Day Trade.

Vale saber que esta última está sujeita à alíquota de 20%, independente do valor movimentado.

Além disso, você deve calcular o valor do Imposto de Renda e fazer o pagamento através de uma DARF até o último dia útil do mês.

Com esses comprovantes em mãos, basta preencher a sua declaração.

Confira o passo a passo:

  1. Escolha a opção “Operações Comuns/Day Trade”
  2. Informe o valor do lucro ou prejuízo obtido em cada mês, conforme a sua planilha. Separe-os em operações comuns e Day Trade
  3. No campo referente à janeiro, verifique se há prejuízos para compensar de dezembro de 2018. Se houver, preencha o valor deles em “Prejuízos a compensar”. Esses prejuízos são informados com o sinal negativo – por exemplo, -300,50
  4. Ao finalizar cada mês, vá até “Consolidação do Mês” e verifique se a alíquota foi calculada corretamente no campo “Imposto a pagar” e informe o valor pago na DARF em “Imposto pago”
  5. Para compensar o IR retido na fonte, você deve colocá-lo em “IR fonte (Lei nº 11.033/2004) no mês”. Para o Day Trade, ele é lançado em “IR fonte Day-Trade no mês”
  6. Ao finalizar todo o preenchimento, vá até o mês de dezembro e verifique o total de IR retido na fonte. Aqui, constará todo o retido do ano. Assim, faça a soma dos recolhidos nas vendas acima de R$ 20 mil e dos Day Trades e informe em “Imposto Pago/Retido” no campo “3. Imposto sobre a renda na fonte (Lei nº 11.033/2004)”
  7. Repita o processo para todas as operações que entram nesta classe.

Se, em algum dos meses, você não realizou Day Trade ou vendeu abaixo de R$ 20 mil, informe 0,00 nos campos.

Para a venda abaixo de R$ 20 mil, siga o procedimento anterior, descrito na etapa 4.

6. Informar à Receita sobre as suas ações

Chegamos à ultima etapa sobre como declarar ações no IR 2020.

Utilize o Informe de Rendimentos fornecido pela sua corretora para verificar a sua posição em 31/12/2018 até 31/12/2019.

Depois, é só seguir estas etapas:

  1. Escolha a opção “Bens e Direitos”
  2. Adicione a sua ação com o código “31 – Ações”
  3. Informe discriminação – por exemplo, 800 ações PN de Petrobras (PTR4 ) adquiridas em 10/10/2018
  4. Preencha a sua posição em 31/12/2018 e em 31/12/2019
  5. Faça o mesmo procedimentos com cada uma das suas ações.

Na especificação, você deve informar, quando houver, vendas parciais e compras de mais ações. Não se esqueça de colocar a data de cada operação.

Antes de enviar a sua declaração do IR 2020, revise se todos os dados estão corretamente digitados e se os impostos foram calculados corretamente.

Quando Vale a Pena Investir em Tesouro Direto Selic

Quando Vale a Pena Investir em Tesouro Direto Selic

Investir no Tesouro Direto Selic sempre vale a pena, já que ele é indexado pela taxa básica de juros. Além disso, sua emissão é proveniente do emissor mais seguro do mercado: o governo. Assim, é muito difícil que ele quebre, dando ‘calote’ em seus investidores.

Além disso, essa é um ótima opção para montar a sua reserva de emergência, principalmente por conta sua liquidez diária e segurança. Dessa forma, você saca o seu dinheiro no momento que desejar.

Outro ponto positivo do Tesouro Selic é a sua baixa volatilidade. Dessa forma, o sobe e desce dos preços quase não afeta o rendimento desse investimento.

Assim, se você possui o perfil mais conservador e está em busca de segurança e liquidez, esse título é uma ótima opção.

Como Fica Seu Investimento no Tesouro Selic com a Taxa Selic a 5,5%

Com a queda da Taxa Selic para 5,5% ao ano, o rendimento do Tesouro Selic também diminui.

No entanto, apesar de render menos, sua rentabilidade tende a ser positiva e não acarretar perdas aos investidores.

Quando comparada com o patamar de 6,0%, mantida até a metade de setembro de 2019, a Selic apresentou uma queda de 0,5%, fazendo com que os seus investimentos em Tesouro Selic apresentassem essa mesma redução em relação a sua rentabilidade.

Com a inflação estimada em 3,43% ao ano, a rentabilidade real desse título fica em torno de 2,07%, sem o desconto do imposto de renda e da taxa de custódia de 0,25% administrada pela B3.

Como Funciona o Tesouro Direto Selic

Como Funciona o Tesouro Direto Selic

Você sabia que o Tesouro Direto Selic é um dos investimentos mais recomendados para novos investidores?

O Tesouro Direto Selic é um título de dívida emitido pelo governo. Isso significa que ao investir nele, você estará emprestando dinheiro ao poder público.

Essa é a principal função do Tesouro Direto para o emissor.

Para o investidor que busca aplicar com a flexibilidade de poder resgatar o dinheiro quando quiser, sem perda de lucro, o Tesouro Direto tende a ser uma boa opção.

Existem diversos tipos de títulos que são emitidos pelo Tesouro Nacional a fim de captar recursos no mercado. Eles podem ter uma natureza de curto prazo, como o Tesouro Selic, ou de médio e longo prazo, como esses a seguir:

  • Tesouro IPCA+
  • Tesouro Prefixado
  • Tesouro IPCA+ com juros semestrais
  • Tesouro Prefixado com juros semestrais

A diferença entre um investimento com juros semestrais e um comum é que o primeiro paga um cupom de juros a cada seis meses com toda a sua rentabilidade acumulada.

O Tesouro Direto sem esse cupom paga todo o rendimento apenas no vencimento, tornando-o mais rentável devida à ação dos juros compostos (juros sobre juros).

O Tesouro Selic é um título emitido pelo Tesouro Nacional atrelado à Taxa Selic, a taxa básica de juros, que atualmente vale 5,5% ao ano (outubro de 2019).

O funcionamento do Tesouro Selic é parecido com o do CDB (Certificadode Depósito Bancário). Ou seja, você empresta dinheiro para o governo e recebe juros por isso.

Assim como acontece nos bancos, o Tesouro Direto também possui muitas versões.

As maiores atratividades neste tipo de investimento são a segurança e a lucratividade relativa. Os títulos são capazes de trazer um ganho 7 vezes maior que a poupança, como aconteceu em Abril de 2018.

Exclusivo – evento reúne gestores dos melhores fundos do país

Exclusivo – evento reúne gestores dos melhores fundos do país

Os vencedores do ranking InfoMoney-Ibmec 2020 falarão sobre estratégias de investimento e perspectivas. Veja como participar

SÃO PAULO – O InfoMoney premiou os melhores fundos do país, com base num ranking feito em parceria com a escola de negócios Ibmec. No dia 19 de fevereiro, os gestores dos fundos vencedores participarão de um evento exclusivo em São Paulo, em que falarão sobre estratégias de investimento e perspectivas.

O evento Melhores fundos 2020 reunirá gestores como Carlos Woelz, sócio da Kapitalo, Cesar Paiva, fundador da Real Investor, Fausto Silva Filho, sócio da XP, Renato Jerusalmi, da JGP, e Rodrigo Coelho, sócio da Vinci, entre outros.

 

Os palestrantes se dividirão em painéis sobre fundos de ações, multimercado, imobiliários e crédito privado.Haverá ainda um debate entre os melhores gestores da década, de que participarão Luiz Parreiras, sócio da Verde Asset, Alexandre Silveiro, CIO da AZ Quest, Ary Zanetta, sócio da Brasil Capital, e Eduardo Canto, gestor da ARX.